terça-feira, 23 de novembro de 2010

Hino das Manas Ehlers - 1986

Nós as manas Ehlers queremos
amor paz e união
com esses encontros que fazemos
que participamos de coração

I
Deixaremos pra nossos filhos
nosso exemplo de união
temos certeza que chegarão
com a mesma força e gratidão

II
Que este ano de 2010
seja repleto de sabedoria
muita coragem e união
é o que esperamos com alegria

III
Às manas Ehlers eu agradeço
os encontros que aqui tivemos
temos certeza permaneceremos
com a mesma força e gratidão

Nelcy Ehlers Gonçalves

Hino do VI encontro da Família Ehlers - 2002

I
Sejam todos bem-vindos
a esse encontro de amor
de todos os caminhos bem-vindos
carinho amizade e calor

Seguindo a mesma trilha
em grande demonstração
de amor por nossa família
e crescente união

Sigamos juntos pela estrada
sem desistirmos jamais
de seguir sempre as pegadas
deixadas por nossos ancestrais

Viveremos dias tão lindos
nossos rastros mostrarão
que nós estamos seguindo
sempre na mesma direção

II
É chegada a hora da partida
desde já nós sentimos saudade
sempre dói a hora da partida
é assim
mas aumenta a amizade

Levem junto o nosso carinho
sem pensar no afastamento
estaremos sempre bem pertinho
bem pertinho em pensamento

Se a nossa acolhida satisfaz
menos mal
aí então não será uma despedida
será apenas um tiau
tiau tiau tiau...

Dalton José Ruiz

Hino da Festa dos Ehlers - 1996

Esta é a Festa dos Ehlers
esta é a Festa dos Ehlers
comemorando o encontro assim
é uma alegria sem fim

A Família Ehlers unida está
com muita alegria festeja
tem jovens crianças idosos a brincar
e aqui não existe tristeza

Tem baile tem missa gincana a vencer
tem cuca cerveja churrasco
tem graça tem riso piada a contar
e aqui não existe cansaço.

Hino composto no IV encontro da FE

Primeiro encontro da Família Ehlers - 1987

Em nome deles falamos
a todos muito obrigado

Lá no cantinho do céu
eles tão apreciando
essa mensagem tão justa
que a gente está enviando

Nós temos orgulho na vida
do exemplo e da educação
por não ter nesta família
um marginal ou ladrão

No ano de vinte e três
quando em Triunfo chegava
pra melhorar sua vida
de tudo experimentava

Estava bem equilibrado
tinha indústria e navegação
por confiar nos amigos
isto foi a perdição

Tiraram tudo o que tinha
os meios de ganhar o pão
foram judas disfarçados
sem a menor compaixão

Fizeram a maior injustiça
não devia a ninguém um tostão
ele foi resignado
aceitando a situação

Passou muita necessidade
sem as ferramentas na mão
pra conseguir seu sustento
foi trabalhar de peão.

Oreste Ehlers

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Designes - 17112010

Libero a minha voz
que baila colorida pelos designes da vida

Um timbre rouco
que acorda aos solavancos
pelas paragens loucas das estâncias oníricas

No blog da vida
 busco saída
para os apertos do coração

Sacudo a poeira dos caminhos
refletida nas cordas
do pensamento

Enredo que controla o desfecho
subtraído da vida

Dedico o sol
estampado nas cores
que emblemam meu site de aconchego

Resisto às dores
que suprem as horas
esvaídas nas redes do entardecer

Sem vacilo
me vejo a comparar desejos
ambições sem remédios
nesta hora louca
em que o desvario assoma e lança tramas
com laços
revividos na soma das horas

Não me quebro
ante o espetáculo bisonho
nem me altero
na corrida pelo sonho

Só me percebo aqui desse lado
nos feitos desfeitos
nos primórdios do tempo

Em vão desvio olhar
com ar de quem nada vê
absorto em momentos que não condizem
com fatos alheios
revistos e retratados
ao longo da crucial manobra

O amanhã
se debate com o ontem e vira refém
do espetáculo dantesco
que cobre a mira do pensamento

O ontem
capengueou à procura do suporte
para dar força às horas

O amanhã
não quer rebocar o náufrago
que se desfaz em lamentações e deixa no vácuo
apelo sem choro nem vela

Quer o hoje
guiado pela sabedoria

O amanhã desponta nas paredes
com esperança de felicidade

Jovem
com promessa de quimera
surge renovado

O amanhã
que é a esperança
polvilhada de benquerença

Nety Maria Heleres Carrion





quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Paz rosada - 09112010

O barquinho azul
partiu deixando apelo cor de rosa
grifado em lágrimas servis

Quem te viu e quem te vê
espreita de perto o querer
que deságua nesse mar

Com sorriso escaneado
retorna ao cais o desbotado barco
na ânsia de encontrar a paz rosada

A mesma rosa dos seus ais
que já não voltam mais.

Nety Maria Heleres Carrion

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conquista - 08112010

Remando contra a maré
controlo o humor
seguro gemidos
vibro com meu destino e não me dou por vencido

Solto as amarras
do pensamento e me delicio nesse evento
que sufoca o andar
mastiga olhar
censura o bojo da consciência e traz
o sabor da conquista

Remando contra a maré
me procuro me acho
converto dor em prazer
me divirto com os tropeços e saio sem dizer adeus
para que a maré construa
meu templo de lazer

Remando contra a maré
vou aos confins da terra
sem saber se lá
terá guerra ou terá paz

Carrego comigo
sol estrelas para iluminar caminhos
bordados pelo vento
da descrença

Retorno fortalecido
pelos remos da fé que empurram as marés
para o berço original

Aberto à maré dos tempos
meu livro rejeita proposta
que nao aposte na solidez da entrega total
inspirada nos desejos de bem estar
digitados pelas mentes
salpicadas de sabedoria

A linguagem do livro
fosforifica idéias malsãs e condena o espanto
à treva medieval

Nety Maria Heleres Carrion