Meu pensamento se joga
na masmorra e desafia
o legado da perfeição
Beiço da escuridão
com notas grotescas
caem na miudeza
dos dias e contempla
a lentidão da criação
Ao pé da janela
desata os nós enredados
no crepúsculo do tempo
com a grandiosidade
que exala fremência
a cada esvanecer
dos sonhos
Me vejo pérola da vida
a balançar movimentos
afeta à fantasia
Coração de criança
formosura que saltita
na orgia da hora e insiste
em trocar seu fuso
no brete da madrugada
Ramalhete de florzinha
renda branca de noiva
lembranças de amor
Um sonho que desnuda
num apelo solitário
altas noites de estio
Coroadas cintilações
Poções mágicas
que se voltam içadas
pelas rédeas do destino
Um jato de ar
revitaliza minha aura
Dosa o espectro do silêncio
amorna o frio da incerteza
desata os nós do meu peito
Nety.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
sexta-feira, 16 de março de 2018
ONDAS CRISTALINAS - 20112015.
Somos pura emoção
e nas vias celestes
Encontramos o sinal
de todas as virtudes
Que se estendem de A a Z
e repercutem na imaginação
São bênçãos e mais bênçãos
auferidas aos eus
Que se comportam imaculados
sobre os degraus das ondas cristalinas
da natureza e se debruçam
sobre o mais ínfimo do ser
E com magnitude real dos concertos
envolvem os pertences da alma
em dias de festa.
Nety.
e nas vias celestes
Encontramos o sinal
de todas as virtudes
Que se estendem de A a Z
e repercutem na imaginação
São bênçãos e mais bênçãos
auferidas aos eus
Que se comportam imaculados
sobre os degraus das ondas cristalinas
da natureza e se debruçam
sobre o mais ínfimo do ser
E com magnitude real dos concertos
envolvem os pertences da alma
em dias de festa.
Nety.
QUIETUDE DA PALAVRA - 20112015
A natureza nos presenteia a cada dia
com o óbolo da esperança
Embutida nas pequenas coisas
da vida e consagra os dons
Com toda a força do cosmos
Liberdade de expressão
que atua de dentro para fora
e de fora para dentro
Na quietude da palavra
Que se desdobra num oceano
de emoções e subjuga
Qualquer outro pensamento
que não colida com a glória
da inspiração
Magnitude da natureza
que indaga e beatifica
as horas terrestres.
Nety.
com o óbolo da esperança
Embutida nas pequenas coisas
da vida e consagra os dons
Com toda a força do cosmos
Liberdade de expressão
que atua de dentro para fora
e de fora para dentro
Na quietude da palavra
Que se desdobra num oceano
de emoções e subjuga
Qualquer outro pensamento
que não colida com a glória
da inspiração
Magnitude da natureza
que indaga e beatifica
as horas terrestres.
Nety.
domingo, 4 de março de 2018
ALTAS HORAS - 20042017.
Altas horas
recolhi palavras
lembranças e sonhos
depositados no sono
Altas horas
onde o enroscar de um ser
parecendo meio triste
me envolveu
Nety.
recolhi palavras
lembranças e sonhos
depositados no sono
Altas horas
onde o enroscar de um ser
parecendo meio triste
me envolveu
Nety.
LÁGRIMAS COLORIDAS - 29032017
Destilo o choro e vazo
nas cordas do pensamento
Lágrimas escorrem
pelos cordões da existência
Viajam pelas ruas e percorrem
caminhos pedregosos e de luz
Lágrimas em preto branco
lágrimas coloridas
Que desabam entre flores
arbustos e ramagens
Lágrimas
Que molham os dias e os tornam
fecundos e generosos.
Nety.
nas cordas do pensamento
Lágrimas escorrem
pelos cordões da existência
Viajam pelas ruas e percorrem
caminhos pedregosos e de luz
Lágrimas em preto branco
lágrimas coloridas
Que desabam entre flores
arbustos e ramagens
Lágrimas
Que molham os dias e os tornam
fecundos e generosos.
Nety.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
UM SÓ CORAÇÃO - 22092017
Um rio de sentimento
tomou posse de mim
E me deixou nocauteada
pelas belezas que se jogam
nos espaços sem fim
Com a força dos deuses
da esperança
Da caridade e do amor
Um só coração se lança
nas águas perenes do amor
e conduz a seiva infinita
da bondade no caminho
da paz e se dilata
Ao receber os mananciais
de beleza embebidos
Nos rótulos da saudade
Tudo isso transita
nos corações amadurecidos
e sobressaem com oferendas
ricas de sabedoria e de luz
Nessas horas
em que tudo é amnésia
e salta aos olhos
O reconhecimento pela criação
que transborda dos dedos
para chegar às raias
da plenitude
Que se dispõe a se doar
com fluidez
E benemerência
Nety.
tomou posse de mim
E me deixou nocauteada
pelas belezas que se jogam
nos espaços sem fim
Com a força dos deuses
da esperança
Da caridade e do amor
Um só coração se lança
nas águas perenes do amor
e conduz a seiva infinita
da bondade no caminho
da paz e se dilata
Ao receber os mananciais
de beleza embebidos
Nos rótulos da saudade
Tudo isso transita
nos corações amadurecidos
e sobressaem com oferendas
ricas de sabedoria e de luz
Nessas horas
em que tudo é amnésia
e salta aos olhos
O reconhecimento pela criação
que transborda dos dedos
para chegar às raias
da plenitude
Que se dispõe a se doar
com fluidez
E benemerência
Nety.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
DANÇA ESPACIAL - 16012013.
Carrego nos ombros os detalhes do porvir
mesmo sem ir ou vir
Num arrojo supremo como se fosse o fim
e não o começo de uma nova era
Um novo alento sob um céu reparador
vestido das cores do meu país
E sei lá como volto ao berrante destino
que cega meus olhos e me pede para ficar
acesa nesse momento clandestino de euforia
Sabe-se lá como as coisas acontecem
e desaparecem feito mágica no vazio da alma
Gota que parte sem deixar vestígio
um nó que qualifica a vida
de puros sentimentos
Não dá trégua à matéria
envolve por inteiro presente/passado
se adona do terreiro pede para ir
pede para ficar
Não desgruda e na arena do sentimento
se despede sem dizer adeus e sem explicações
plausíveis nesse mundão cheio
de glórias e fracassos
Um depenar constante de ilusões
que se comportam com naturalidade
como se o nada fosse o tudo
e o tudo fosse tão pouco
que não coubesse
na palma da mão
Um oceano de palavras que retinem
nos compartimentos da memória e se abrem
à terra numa onda gigantesca de emoções
embalada pela maré que vai e vem
e deixa mensagem na areia
Um roçar de esperanças e gratidão
por tudo que acontece nesse labirinto
de ideias consagradoras
Aliciadoras de juras e perjuras
que se estendem até o fim dos séculos
Sem mais nem menos a vida retorna ao início
à criação de tudo e não se conforma com o luto
da agonia dos participantes dessa orgia de valores
E assim se desloca para o estágio primeiro
com visão do real e do imaginário
que se precipita sobre os ombros
caídos do mundo
Nety.
mesmo sem ir ou vir
Num arrojo supremo como se fosse o fim
e não o começo de uma nova era
Um novo alento sob um céu reparador
vestido das cores do meu país
E sei lá como volto ao berrante destino
que cega meus olhos e me pede para ficar
acesa nesse momento clandestino de euforia
Sabe-se lá como as coisas acontecem
e desaparecem feito mágica no vazio da alma
Gota que parte sem deixar vestígio
um nó que qualifica a vida
de puros sentimentos
Não dá trégua à matéria
envolve por inteiro presente/passado
se adona do terreiro pede para ir
pede para ficar
Não desgruda e na arena do sentimento
se despede sem dizer adeus e sem explicações
plausíveis nesse mundão cheio
de glórias e fracassos
Um depenar constante de ilusões
que se comportam com naturalidade
como se o nada fosse o tudo
e o tudo fosse tão pouco
que não coubesse
na palma da mão
Um oceano de palavras que retinem
nos compartimentos da memória e se abrem
à terra numa onda gigantesca de emoções
embalada pela maré que vai e vem
e deixa mensagem na areia
Um roçar de esperanças e gratidão
por tudo que acontece nesse labirinto
de ideias consagradoras
Aliciadoras de juras e perjuras
que se estendem até o fim dos séculos
Nessa noite alta o perdão e a sobra
caem em qualquer lugar com olhos
de quem quer ver o fruto se deslocar
da mãe natureza e voltar
para o local de origem
Uma centelha que não se apaga sem antes
aquecer o semblante rico do ser hipnotizado
pela festa que acompanha os felizardos aqui e ali
num humor contagiante e belo e descerram
a cortina do suspense inserido
na letargia do vivente
Sem mais nem menos a vida retorna ao início
à criação de tudo e não se conforma com o luto
da agonia dos participantes dessa orgia de valores
E assim se desloca para o estágio primeiro
com visão do real e do imaginário
que se precipita sobre os ombros
caídos do mundo
Perdas e danos que refletem nessa dança espacial
todo o cansaço cosmopolita
Me resta apenas conviver
com essa ilha de dor que maltrata
ou incendeia a vida que se estende até o fim
dos séculos com promessas de tudo ou nada
Nety.
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